Indicação
Você apresenta o cliente e recebe uma parte.
Infraestrutura, motor de conformidade e SLA são camada sem marca. Não são produto e não viram pilar.
A Vértice desenvolve, hospeda e responde pela conformidade. Você coloca a sua marca, define o preço e mantém o cliente. Não existe cenário em que a gente apareça disputando a conta que você levou anos para construir.
A pergunta que separa uma da outra é simples: de quem é o cliente quando a relação acaba?
Você apresenta o cliente e recebe uma parte.
Você vende o produto do fornecedor, com a marca dele.
O produto sobe no seu domínio, com a sua marca e no seu preço.
A versão longa dessa pergunta está no News: De quem é o cliente? A pergunta que separa um parceiro de um representante.
A pergunta que separa as três é de quem fica o cliente quando a relação acaba.
Existe quem venda direto e por canal ao mesmo tempo. A gente escolheu não fazer isso. A Vértice não tem time de venda direta, e o nome dela só aparece no atestado técnico, porque a Portaria 671 exige e o software é registrado no INPI.
Escrever um sistema de jornada em conformidade com as Portarias 671 e 1510 é um projeto de anos, não de meses. Depois de pronto, ele precisa continuar acompanhando a lei. São mais de dez anos de desenvolvimento do lado de cá.
Comissão entra no caixa e sai. Receita recorrente com a sua marca entra na avaliação da sua empresa e rende no mês em que ninguém vende nada de novo. Uma é receita, a outra é ativo.
Se algum desses pontos for decisivo para você, vale uma conversa de vinte minutos.
A diferença entre os três modelos não está no quanto entra no primeiro mês. Está em de quem é o contrato quando o primeiro mês acaba.
Você passa o contato e recebe uma vez. O contrato é do fornecedor, o cliente passa a ser dele, e a sua participação termina ali.
Você recebe margem sobre a tabela do fornecedor, enquanto durar. A marca é dele, o preço é dele e o contrato é dele. Se você parar, a base fica lá.
O contrato é entre você e o seu cliente, com a sua marca e no seu preço. A receita recorrente entra na sua empresa e fica lá, inclusive se a parceria acabar.
Cada solução do catálogo tem a própria composição de receita. Ver as seis fontes do Sistema de Ponto
Não. A Vértice não vende para o cliente final, e isso é estrutural, não é promessa comercial. Não existe time de venda direta na empresa, não existe tabela de preço ao consumidor e não existe canal de atendimento para quem não é parceiro. O contador de clientes finais marca zero, e é para continuar assim. O nome Vértice aparece em um lugar só: no atestado técnico do software, porque a Portaria 671 exige identificar o desenvolvedor e o programa é registrado no INPI. Fora dali, quem o seu cliente conhece é você. O domínio é seu, a marca na tela é sua, a cobrança é sua e o primeiro nível de atendimento é seu. Se a Vértice vendesse direto, ela estaria concorrendo com os mais de 40 parceiros que operam hoje.
Não, e a diferença aparece no dia em que a relação acaba. Em revenda o produto continua sendo do fornecedor: a marca é dele, o preço vem da tabela dele, o contrato é com ele, e você recebe margem por indicar. Se você parar, a base fica lá. No white label o produto sobe no seu domínio, com a sua marca, no preço que você define, e o contrato é entre você e o seu cliente. A Vértice não tem acesso comercial a essa base. Ao fim do contrato o domínio pode ser transferido para você, então nem a saída devolve a carteira para a fábrica. É por isso que a gente evita a palavra revendedor: ela descreve outra coisa. Você não revende um produto nosso, você vende um produto seu.
A saída está no contrato, e ela não custa a sua carteira. Ao fim do contrato o domínio onde o sistema roda pode ser transferido para você. Como a base sempre esteve no seu domínio e com a sua marca, o seu cliente nunca precisou saber que existe uma fábrica atrás, e a relação comercial continua sendo sua. Você não perde histórico, não perde contrato e não recebe uma proposta da Vértice tentando ficar com esse cliente, porque a Vértice não vende para cliente final. A cláusula existe por um motivo simples: parceria que prende pelo medo não dura. Se o modelo só funciona enquanto você não tem alternativa, ele não é parceria. A gente prefere que você fique porque o produto entrega e a margem compensa.
A gente escreve e sustenta o sistema. Você coloca a sua marca, define o preço e mantém o cliente. Não existe cenário em que a Vértice apareça do outro lado da mesa.
Se o modelo não servir para a sua carteira, a gente diz na primeira reunião.
Diga quem é você, e a conversa já começa no ponto.
São dois minutos. Assim o time chega na conversa sabendo do que se trata, em vez de começar perguntando o básico.