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Vértice White Label
Quem somos

Dez anos escrevendo software que outras marcas vendem.

A Vértice é uma fábrica de software white label. A gente desenvolve, hospeda, atualiza e responde pela lei. Quem vende, cobra e atende o cliente é o parceiro, com a marca dele.

O que a fábrica faz

Escrever é a parte fácil. Sustentar é o trabalho.

Qualquer um entrega um sistema. O que separa uma fábrica de um projeto é o que acontece nos dez anos seguintes, quando a norma muda, o volume cresce e o cliente liga no dia 5.

Código próprio

O sistema é escrito e mantido aqui dentro, há mais de dez anos. Não é revenda de software de terceiro com outra pintura.

Conformidade é nossa

Quando a norma muda, quem altera o software somos nós, e a atualização chega ao cliente do parceiro sem ele fazer nada.

Servidor e SLA

Hospedagem, monitoramento e atualização ficam com a fábrica. SLA real de 99%, com 98% garantido em contrato.

Integração mantida

Senior, Domínio, Alterdata, Gerador genérico de folha. A integração não é entregue e esquecida, ela continua sendo mantida.

Mais de 1.200 empresas usam o que a gente escreve, através de mais de 40 parceiros. Quase nenhuma delas sabe o nosso nome, e é para ser assim.

O nome que aparece para o cliente final pode ser o seu.

Como a empresa é montada

Quatro decisões que não mudam.

Parceria de canal quebra quando o fornecedor muda de ideia e resolve vender direto. Estas quatro decisões existem para que essa conversa nunca precise acontecer.

01

A gente é fábrica, não fornecedor

A Vértice desenvolve, hospeda, atualiza e responde pela conformidade do software. Não tem time de venda direta e não atende cliente final. Toda a operação existe para sustentar o produto que o parceiro vende com a marca dele.

02

A não concorrência é estrutural

Não é política comercial que muda com a diretoria. Não existe canal de venda direta para montar. O nome Vértice só aparece no atestado técnico, porque a Portaria 671 exige e o software é registrado no INPI.

03

A camada que não vira marca

Servidores, motor de conformidade e SLA são infraestrutura. Não viram produto, não viram pilar e não aparecem no discurso. Existem para que o sistema do parceiro não caia no dia 5.

04

A promessa é auditada

A cada trimestre a empresa é revista com uma pergunta única: alguma coisa passou a contradizer a tese? Marca, nome e discurso são decisão de sócio, e existem para que a não concorrência continue verdadeira depois que a gente crescer.

A Vértice não vende para o cliente final. Nunca. Não é postura comercial, é a forma como a empresa foi montada.

O catálogo

Uma fábrica, um catálogo que abre.

A Vértice não é uma empresa de ponto que também faz outras coisas. O ponto foi a primeira solução do catálogo, e o critério para entrar é sempre o mesmo.

Em operação

Vértice | Sistema de Ponto

Gestão de jornada em conformidade com as Portarias 671 e 1510. O parceiro vende com a marca dele, define o preço e mantém o cliente.

Em operação

Vértice | V-Agents

Marketplace de agentes de IA para delivery e pedidos, com modelo pronto por segmento. O parceiro escolhe o modelo, publica com a marca dele e define o preço.

Serviço

Universidade Vértice

O braço de serviço do ecossistema. Assume que ninguém do outro lado é técnico e explica o porquê antes do como.

O critério de entrada

Toda solução que entra no catálogo precisa servir a crescimento de receita do parceiro, a fidelização da carteira dele, ou aos dois. O que não passa nesse teste não vira produto, mesmo que dê para construir.

Atrás das soluções existe uma camada que nunca vira marca: servidores, motor de conformidade, sla. Ela existe para que o sistema do parceiro não caia no dia 5.

Próximo passo

Você já vende para essas empresas. Agora pode vender mais.

A gente escreve e sustenta o sistema. Você coloca a sua marca, define o preço e mantém o cliente. Não existe cenário em que a Vértice apareça do outro lado da mesa.

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Se o modelo não servir para a sua carteira, a gente diz na primeira reunião.

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